terça-feira, 12 de junho de 2012

Feliz dia dos Namorados!

Minha preferida!

Ok, um post clichê para o dia dos namorados. Acho que tuuuuudo o que eu já te disse, um milhão de vezes, jamais será suficiente pra mostrar o quanto eu amo você e o quanto você faz minha vida mais feliz. Obrigada por fazer parte de cada momento, de cada conquista e por sempre ser quem me apoia nos momentos difíceis. Obrigada, sobretudo, por me aturar em momentos que nem eu me aguento. Todo dia é dia de dizer isso, mas hoje, em especial, quero que saiba que sou louca por você, e que você é, e sempre será meu melhor sonho que virou realidade!

♥ 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sobre o amor!


"Ninguém consegue explicar aquela sensação de amornamento no peito sempre que vê ou se lembra do ser amado. Sim, porque não é um calor que queima que nem o da paixão. É um calor morninho, daqueles de banho no fim do dia, de Sol das 10 da manhã. E esse calor é tão contagiante que se espalha pelo corpo. Eis que, de repente, você quer cuidar, abraçar, acolher. E o amor é tão poderoso que se você amar com força ele ultrapassa os limites do peito. E é aí que você sente aquele amor imenso – por tudo, por qualquer coisa. Pelo cobrador do ônibus que passa tantas horas sentado no trânsito. Pelo cachorrinho na rua, com olhos pidões cruzando os seus. Pela mãe dando a mão pra filha – tão pequena, tão indefesa. Como não amar? E é aí que o amor faz mágica. (...) 
Então, penso que quero mais.
Quero muito mais desse amor gostoso. Quero mais da gente junto. Quero mais conchinhas. Mais taças de vinho. Mais cheiros no cangote. Mais enroladas na cama até tarde. Mais sextas-feiras. Mais colos depois de um dia cheio. Mais cafés na cama. Mais olhares e menos palavras. Mais roupas arrancadas. Mais almoços inventados. Mais beijos de boa noite. Quero mais desse desejo que não acaba, mais dessa alegria que transborda, mais desse calorzinho no peito que aquece tudo em volta. E assim, finalizo desmentindo aquele que diz que tudo em excesso faz mal. Esse, provavelmente, nunca sentiu o calor do amor pegando lá dentro."

Do blog Casal Sem Vergonha

sexta-feira, 27 de abril de 2012



‎"Mas você me mostrou que faz parte acreditar. Amadurecer. Ter paciência. Relevar. OK. Vale conhecer o enredo. Vale apagar tudo e recomeçar. Vale rebobinar e rever. Vale apertar o pause e tentar. Não é assim? Por isso, antes que esse texto vire um emaranhado de metáforas baratas de cinéfilos, vou improvisar e dizer sem pensar (porque ambos sabemos que esse é um dos meus hobbies preferidos e meu "quase talento"): te deixo nos guiar, se você, por sorte, me deixar escrever. O roteiro é meu. Mas a direção é sua. Adivinha só o final que eu reservei pra nós?"
(Fernanda Mello)


Feliz nosso dia! ♥


quarta-feira, 18 de abril de 2012

A beleza da dor



Dias desses conversando com uma amiga sobre o que inspirava as pessoas a escrever, chegamos a uma conclusão: a dor é mais bonita e mais inspiradora. Talvez passarmos por momentos ruins aflora em nós sentimentos dos quais não tínhamos consciência do quão fortes são e, dessa maneira, com a sensibilidade à flor da pele, nos sintamos propensos a escrever, a desabafar.

Pra mim, escrever é uma terapia. Já escrevi sentindo dor e já escrevi sentindo alegria. E confesso que é tão mais fácil escrever quando estou triste ou magoada com algo... estranho isso, não? A alegria que tinha que nos motivar a escrever, a alegria tinha que ser mais bonita do que a dor, do que o sofrimento. 

O triste de sentir dor, além de ela doer e nos dar aquela sensação de desespero, aquela vontade de tirar todas as coisas ruins de dentro, de fechar os olhos e acordar bem e feliz, é que a dor acaba criando uma espécie de "barreira" para com as pessoas. A gente ama, a gente sofre. E sofrendo vamos criando uma espécie de "película protetora" pra que, da próxima vez que doa, a dor tenha menor intensidade. E assim, de dor em dor, essa película aumenta, e aumenta, e daqui a pouco ela se torna não grande, tão forte, que nos bloqueamos. Nos tornamos "insensíveis". Porque, depois de tanto "apanhar" a gente aprende. Aprende que nossa felicidade depende única e absolutamente de nós. E que, a lei maior pra ser feliz é não esperar muito dos outros. São as expectativas que nos deixam tristes. 

De dor em dor aprendi a não esperar mais. Aprendi a me completar. Aprendi que muitas vezes a solidão e a dor tem um significado positivo na vida da gente... E que, nos momentos de dor, nos momentos em que estive sozinha, descobri que tenho uma força que eu não imaginava ter. Então, penso que a dor é bonita por nos proporcionar o auto conhecimento. E que a partir dele, aprendendo mais sobre nós mesmos, na nossa quietude, no nosso encontro conosco mesmos, seja possível superar. Porque a vida acaba se tornando um ciclo de dor> alegria>dor>alegria...

E superando a gente aprende e se prepara pra mais uma leva de tristeza que não tarda a chegar.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Sobre o amor



"Não há amor 'eros' quando apenas um ultrapassa a margem do rio. O banho não é solitário e não é inteligente jogar água em quem não quer se molhar. A distância é longa e por mais que esteja enxaguado e se aproxime a contragosto do outro, a água será incômodo, não alívio. Sensação desagradável.
Os pingos servirão para afastar mais ainda quem não quer. Porque quem quer há de entrar nas águas mais abundantes de uma cachoeira. Cristalina. Sem esconderijos. Aí sim, o milagre do encontro acontece e os dizeres ganharão outro significado. Mas será recíproco. Nem que seja provisório. É o conhecimento da nova vida, com suas saliências e reentrâncias, com seus sabores e seus estranhamentos. Mas vão os dois. Não um implorando o outro."
Gabriel Chalita 

Porque construir a vida com alguém


"O mundo hoje em dia é tão agitado e gira numa velocidade tão assustadora que por vezes dá um pouco de medo entrar nesse universo tão dinâmico. Talvez por isso as pessoas se unam em casais e formem sociedades afetivas, para que ao invés de dois, possam colocar quatro pés unidos nessa engrenagem maluca que é a vida. É que quatro dá uma ideia de equilíbrio maior a primeira vista, como se em algum momento aquela freada mais brusca ou aquela acelerada repentina da vida pudesse desestabilizar o “duo” que sustenta nossos corpos no chão, mas ainda assim houvesse mais um par sólido de base em que as pessoas se permitissem ancorar até se reerguerem novamente. Parece mais fácil assim. E de fato é.

E hoje eu acordei achando lindo essa história de escolher alguém pra construir a vida com a gente. Sim, construir, uma palavra extremamente forte e de igual valor. Porque atualmente todo mundo quer tudo de graça, fácil, de mão beijada. Ninguém quer construir nada. Passar pelas etapas fundamentais de montagem da base que sustentará toda a estrutura, a preparação da massa, colocar tijolo por tijolo divididos por uma sólida camada de cimento, até erguer um patrimônio único, de invejar os maiores arquitetos e engenheiros. Não, o mundo hoje é das facilidades. É a garota que deseja “laçar” um empresário de sucesso, regado a carros do ano e viagens internacionais nas férias, e o mesmo empresário que sabendo dessa ambição se permite escolher e exibir as mulheres que deveriam ser suas companheiras como apenas um corpo bonito ao seu lado.

Talvez soe meio conto de fadas, mas eu me permito ser a princesa vez ou outra na história que eu decidi escrever pra mim. Escolher alguém pra construir a vida com você, pra ser mais que seu namorado (a), noivo (a), marido (esposa), mas pra ser sua base, sua plataforma de sustentação quando a maquinaria da vida começa a se mover de forma muito rápida, é algo simplesmente LINDO. É você dizendo não importa quantos moinhos teremos que mover pra chegar lá, não importa quantos ventos teremos que enfrentar sem abrigo, não importa quantas vezes teremos que colocar aquele mesmo tijolo naquele mesmo lugar….eu estou aqui pra você. É dar um passo extra, quando a pessoa ao seu lado só consegue oferecer as mãos dadas para sempre.

É esse império que gostaria de deixar aos meus filhos um dia. Quero que eles possam dar valor ao momento e saibam desfrutá-lo com toda garra e paixão inerente da jovialidade. Que possam escolher um amor simplesmente pelo amor, sem “mas”, “poréns” ou parênteses. Que saibam construir. Porque o mais puro êxtase, vem de conseguir olhar pra trás e ver que de um terreno vazio e infértil, nasceu uma estrutura sólida, firme e inabalável. E o melhor de tudo, poder olhar para o lado e ter a certeza que sozinho você não teria chegado aonde chegou.

Hoje eu só desejo que saibamos escolher e acima de tudo, que sejamos sábios e corajosos o suficiente para de fato fazer as escolhas necessárias. Ás vezes é preciso abdicar de colocar dois pés em direção a caminhos claros e certeiros, para poder colocar quatro pés em trilhas misteriosas. Que para cada dia sem dinheiro, para cada mês sem conseguir viajar para ver o namorado, que para cada emprego árduo, haja dez vezes mais amor e garra para compensar isso tudo. Porque no fim, quando o emprego dos sonhos estiver em mãos, a casa estiver mobiliada, o carro for comprado, é que a gente se dá conta de que construiu muito mais que uma vida, mas sim, uma base de amor que tempestade nenhuma é capaz de derrubar.

O mundo é enorme e cheio de esquinas. Que a gente dobre cada uma delas com essa sede incrível de construir e que numa dessas curvas encontre alguém cujas vontades coincidam. E que se construam vontades. Se construam, e só…"


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ponto.

Um ponto aponta,
Enfim, um final,
Marco inicial
Da história ainda não lida.
Fecundo e terminal
É, aliás e por sinal,
Como tudo na vida:
Ponto final, ponto de partida.

Paulo Fanis