sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre o amor




"Mas quer saber? Eu olho pra ele e fico pensando sozinha: será que alguém nesse mundo faria o que ele faz por mim? Porque ele me escuta, me aguenta, me mima, me inspira, me faz sentir a mulher mais linda e especial do mundo. E eu acredito nele, acredito em mim e acho o amor a coisa mais egoísta que existe. A gente ama o outro por tudo aquilo o que ele nos faz sentir. (E ser)". 
Fernanda Mello

Feliz nosso dia! E que venham mais anos ao seu lado! ♥
 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Pensamento do dia





"Se pela força da distância você se ausenta, pela força que há na saudade, voltarás!"
Pe. Fábio de Melo

terça-feira, 12 de junho de 2012

Feliz dia dos Namorados!

Minha preferida!

Ok, um post clichê para o dia dos namorados. Acho que tuuuuudo o que eu já te disse, um milhão de vezes, jamais será suficiente pra mostrar o quanto eu amo você e o quanto você faz minha vida mais feliz. Obrigada por fazer parte de cada momento, de cada conquista e por sempre ser quem me apoia nos momentos difíceis. Obrigada, sobretudo, por me aturar em momentos que nem eu me aguento. Todo dia é dia de dizer isso, mas hoje, em especial, quero que saiba que sou louca por você, e que você é, e sempre será meu melhor sonho que virou realidade!

♥ 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sobre o amor!


"Ninguém consegue explicar aquela sensação de amornamento no peito sempre que vê ou se lembra do ser amado. Sim, porque não é um calor que queima que nem o da paixão. É um calor morninho, daqueles de banho no fim do dia, de Sol das 10 da manhã. E esse calor é tão contagiante que se espalha pelo corpo. Eis que, de repente, você quer cuidar, abraçar, acolher. E o amor é tão poderoso que se você amar com força ele ultrapassa os limites do peito. E é aí que você sente aquele amor imenso – por tudo, por qualquer coisa. Pelo cobrador do ônibus que passa tantas horas sentado no trânsito. Pelo cachorrinho na rua, com olhos pidões cruzando os seus. Pela mãe dando a mão pra filha – tão pequena, tão indefesa. Como não amar? E é aí que o amor faz mágica. (...) 
Então, penso que quero mais.
Quero muito mais desse amor gostoso. Quero mais da gente junto. Quero mais conchinhas. Mais taças de vinho. Mais cheiros no cangote. Mais enroladas na cama até tarde. Mais sextas-feiras. Mais colos depois de um dia cheio. Mais cafés na cama. Mais olhares e menos palavras. Mais roupas arrancadas. Mais almoços inventados. Mais beijos de boa noite. Quero mais desse desejo que não acaba, mais dessa alegria que transborda, mais desse calorzinho no peito que aquece tudo em volta. E assim, finalizo desmentindo aquele que diz que tudo em excesso faz mal. Esse, provavelmente, nunca sentiu o calor do amor pegando lá dentro."

Do blog Casal Sem Vergonha

sexta-feira, 27 de abril de 2012



‎"Mas você me mostrou que faz parte acreditar. Amadurecer. Ter paciência. Relevar. OK. Vale conhecer o enredo. Vale apagar tudo e recomeçar. Vale rebobinar e rever. Vale apertar o pause e tentar. Não é assim? Por isso, antes que esse texto vire um emaranhado de metáforas baratas de cinéfilos, vou improvisar e dizer sem pensar (porque ambos sabemos que esse é um dos meus hobbies preferidos e meu "quase talento"): te deixo nos guiar, se você, por sorte, me deixar escrever. O roteiro é meu. Mas a direção é sua. Adivinha só o final que eu reservei pra nós?"
(Fernanda Mello)


Feliz nosso dia! ♥


quarta-feira, 18 de abril de 2012

A beleza da dor



Dias desses conversando com uma amiga sobre o que inspirava as pessoas a escrever, chegamos a uma conclusão: a dor é mais bonita e mais inspiradora. Talvez passarmos por momentos ruins aflora em nós sentimentos dos quais não tínhamos consciência do quão fortes são e, dessa maneira, com a sensibilidade à flor da pele, nos sintamos propensos a escrever, a desabafar.

Pra mim, escrever é uma terapia. Já escrevi sentindo dor e já escrevi sentindo alegria. E confesso que é tão mais fácil escrever quando estou triste ou magoada com algo... estranho isso, não? A alegria que tinha que nos motivar a escrever, a alegria tinha que ser mais bonita do que a dor, do que o sofrimento. 

O triste de sentir dor, além de ela doer e nos dar aquela sensação de desespero, aquela vontade de tirar todas as coisas ruins de dentro, de fechar os olhos e acordar bem e feliz, é que a dor acaba criando uma espécie de "barreira" para com as pessoas. A gente ama, a gente sofre. E sofrendo vamos criando uma espécie de "película protetora" pra que, da próxima vez que doa, a dor tenha menor intensidade. E assim, de dor em dor, essa película aumenta, e aumenta, e daqui a pouco ela se torna não grande, tão forte, que nos bloqueamos. Nos tornamos "insensíveis". Porque, depois de tanto "apanhar" a gente aprende. Aprende que nossa felicidade depende única e absolutamente de nós. E que, a lei maior pra ser feliz é não esperar muito dos outros. São as expectativas que nos deixam tristes. 

De dor em dor aprendi a não esperar mais. Aprendi a me completar. Aprendi que muitas vezes a solidão e a dor tem um significado positivo na vida da gente... E que, nos momentos de dor, nos momentos em que estive sozinha, descobri que tenho uma força que eu não imaginava ter. Então, penso que a dor é bonita por nos proporcionar o auto conhecimento. E que a partir dele, aprendendo mais sobre nós mesmos, na nossa quietude, no nosso encontro conosco mesmos, seja possível superar. Porque a vida acaba se tornando um ciclo de dor> alegria>dor>alegria...

E superando a gente aprende e se prepara pra mais uma leva de tristeza que não tarda a chegar.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Sobre o amor



"Não há amor 'eros' quando apenas um ultrapassa a margem do rio. O banho não é solitário e não é inteligente jogar água em quem não quer se molhar. A distância é longa e por mais que esteja enxaguado e se aproxime a contragosto do outro, a água será incômodo, não alívio. Sensação desagradável.
Os pingos servirão para afastar mais ainda quem não quer. Porque quem quer há de entrar nas águas mais abundantes de uma cachoeira. Cristalina. Sem esconderijos. Aí sim, o milagre do encontro acontece e os dizeres ganharão outro significado. Mas será recíproco. Nem que seja provisório. É o conhecimento da nova vida, com suas saliências e reentrâncias, com seus sabores e seus estranhamentos. Mas vão os dois. Não um implorando o outro."
Gabriel Chalita